
terça-feira, 4 de junho de 2013
O que você faz quando fica desanimado?

sexta-feira, 30 de março de 2012
Você é “preguiçoso” ou realizador?

sexta-feira, 7 de outubro de 2011
CUIDE DAS EMOÇÕES antes que elas cuidem de você
Os acontecimentos em si não têm significados. Quem dá significado à eles somos nós de acordo com a experiências e conclusões que tiramos da vida. O mesmo pôr-do-sol pode ser um espetáculo para uma pessoa e uma tortura para outra.
Uma das coisas que mais se ouve falar em ambientes de trabalho ou de confronto é “pressão”. Algumas vezes pessoas extremamente competentes vão trabalhar com a sensação de estarem indo para uma forca. Sentem tudo de ruim: dor de barriga, dor de cabeça, dor no estômago, se o estresse for muito alto, pode ser até desmaios ou convulsões. As emoções viram um monstro a ser enfrentado.
A questão é que se isso está começando a acontecer com você em alguma situação pessoal, profissional ou familiar, a resposta está em você mesmo. Pense comigo: Por que algumas pessoas passam exatamente pela mesma situação e ficam muito bem e conseguem ter êxito e outras caem, se destroem e te entram em depressão? A resposta é única: È o significado que você dá as coisas que você vai alterar seu resultado. Como assim? Eu explico.
Os acontecimentos em si não têm significados. Quem dá significado à eles somos nós de acordo com a experiências e conclusões que tiramos da vida. O mesmo pôr-do-sol pode ser um espetáculo para uma pessoa e uma tortura para outra.
Cada vez que acontece algo em nossa vida, a gente tende a classificá-lo como bom ou ruim. Por exemplo: Levei bronca do chefe. Bom ou ruim? É claro que a maioria das pessoas não gosta de levar bronca, mas talvez esse momento seja o de você repensar sua atuação na empresa, seu posicionamento diante do chefe, como as pessoas te vêem, seu crescimento profissional ou até mesmo se é lá que você deseja ficar. Se, por outro lado, você significa a bronca como algo péssimo pra você, fica pensando nela o dia inteiro, diminui a produtividade, baixa sua auto-estima e poderá até perder o emprego.
Precisamos entender que o mundo não pertence às vítimas, pertence sim, aos protagonistas e autores da sua própria história. Aconteceu algo terrível na sua vida, no seu trabalho? Ressignifique! Dê um outro significado ao acontecimento e pergunte a si mesmo: Se eu pudesse tirar uma única coisa positiva disso tudo que me aconteceu, o que seria? O que preciso aprender? Que habilidade está me faltando? Tenho certeza que você vai se sentir mais forte pra enfrentar a situação e vai olhar a vida como um leque de oportunidades que é. E você, com todas as suas oportunidades aproveitadas e sem se colocar do papel de vítima, tem uma incrível oportunidade de crescer como ser humano, como profissional. .
Comece a pensar que os sentimentos considerados “ruins” (inclusive) são nossos amigos. Se você tem raiva, mágoa, medo, inferioridade, ou qualquer sentimento negativo, não fuja dele. Abrace-o, aceite-o e pergunte a si mesmo: O que preciso aprender com isso? Qual é a lição disso tudo? Como posso sair daqui um vencedor? Qual é a habilidade, característica que preciso desenvolver para lidar com a situação? Por que serei melhor quando isso tudo acabar? E parta já para ação!
Após encontrar as respostas e entrar em ação, você será amanhã infinitamente mais poderoso, útil, solicitado e feliz do que é hoje!
Sucesso!!
Fernanda Peris
Personal e Executive Coach
www.avidaqueeusemprequis.blogspot.com fernandaperis@hotmail.com
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Seus valores estão alinhados aos seus objetivos?
“Todos os nossos comportamentos e atitudes diárias são realizados em busca de prazer ou para evitar dor” (Tony Robins). Sempre.
Quando temos um comportamento indesejado, pode saber que algum ganho (consciente ou não) bom, confortável e de grande valor pessoal está sendo mantido por trás dele. Já se perguntou assim: “Eu odeio quando faço tal coisa, mas não consigo evitar?” Pois é, saiba que com esse comportamento você está ganhando algo e seu cérebro já descobriu isso e age no “automático”.

Alguns profissionais fazem centenas de cursos, dominam teorias e técnicas ( isso é ótimo), mas, apesar disso, sentem que não estão no lugar onde deveriam estar. Quantos já se sentiram ser mais competentes que o chefe em determinado aspecto? A grande questão é que não paramos pra analisar que para ter determinadas posições na empresa é preciso mais que competência. Antes de mais nada, se faça a seguinte pergunta: É isso que eu REALMENTE quero? Profissionalmente, qual é a vida que você sempre quis?
É impossível pensar numa vida profissional ideal sem pensar em auto-conhecimento – E isto implica em conhecer (inclusive) quais são os seus VALORES. Tomamos inúmeras atitudes todos os dias e por trás de cada uma delas tem um valor envolvido.
A identificação de valores pode ser feita numa sessão de coaching através de perguntas (como quase tudo) que fazem pensar e descobrir o que realmente é importante pra você.
"Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem superficial que nos esmaga". Lya Luf
Conhecer-se é fundamental para alcançar seus objetivos e implica em saber (inclusive) quais são seus valores e o que você é capaz de suportar em determinada posição. As pressões do dia a dia, a cobrança, são fatores a serem pesados. A despeito de todos os cursos que você já fez, (e eu não estou dizendo aqui que isso não é importante, porque é), você consegue definir, com clareza, por exemplo:
- Em que circunstâncias você produz muito bem e em que outras você bloqueia, ou reage mal?
- Sabe claramente quais são suas fraquezas e fortalezas, o que te prejudica e te fortalece, e consegue trabalhar nelas, tirando vantagem do melhor e minimizando ou eliminando as possíveis perdas ou dores?
Quantas pessoas você conhece que conseguem fazer isso? Quantas sequer conhecem suas forças e fraquezas, ou até mesmo seus valores? O que é importante na sua vida - de verdade?Aposto que pouquíssimas. Não seria interessante descobrir por que tomamos determinadas atitudes, ainda que indesejadas, para saber que ganhos temos tido e manipular nossa vida de tal forma que consigamos ter os mesmos ganhos, mas da forma correta sem nos prejudicar? Não seria melhor assim? E como se faz isso? Quer um pequeno "test drive"?
Vamos lá! (Anote que será melhor)
- Pense em um comportamento indesejado que você tem às vezes, mas não gostaria de tê-lo, pois lhe traz "prejuízos, incômodos". (uma atitude, uma reação, um gesto...)
- Dê um tempo e pense ... Imagine-se no tal comportamento.
Eu não gosto quando ........................
- Agora pense: Se apenas esse comportamento pudesse lhe trazer algo de positivo, o que seria? O que você ganha quanto se comporta dessa forma?
Que ganho é esse? Por que ele é importante pra você? Como você poderia mantê-lo tomando atitudes diferentes? Quais?
-E agora reflita honestamente com base resposta acima e escreva:
Um valor importante pra mim é ...................................
- Como você poderia ter este mesmo ganho, e ainda assim agir de uma maneira que lhe favoreça mais?
"Faça com você, o mesmo que as grandes empresas fazem com os seus produtos: Identifique as suas qualidades e trate de reforçá-las."
Antes de desejar um cargo, uma carreira ou até mesmo uma profissão, avalie seus valores e conclua se essa é a vida profissional que você realmente quer, alinhe-se com a vida e sucesso!
Até a próxima!
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Cuidado com seus sonhos! (???)
“O êxito começa com a vontade.
Se pensa que está vencido, está.
Se pensa que não tem coragem, não o fará.
Se pensa que gostaria de ganhar, mas que não pode,
Não conseguirá…
Se pensa que perderá, já perdeu.
Porque o mundo sabe que o sucesso começa com a vontade,
e que tudo está no estado mental.
Pense grande e seus feitos crescerão.
Pense pequeno e ficará para trás.
Pense que pode e poderá.
Pois tudo está no estado mental.
Nem sempre ganha a batalha da vida o mais forte ou o mais rápido;
porque tarde ou cedo o que ganha
é aquele que crê poder ganhar”.
Napoleon Hills
Lindo, não? Mas e você, o que anda pensando?
Bons e lindos e positivos pensamentos a todos nós!!
terça-feira, 19 de julho de 2011
"QUEM ME ROUBOU DE MIM?"
"Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu."
Estava voltando de São Paulo, no aeroporto. Faltando alguns minutos para o embarque, resolvi passar na livraria. Passei os olhos rapidamente por um livro cujo título era algo do tipo “quem me roubou de mim?”. Fiquei curiosa por saber do que se tratava o tal livro. Como poderia alguém roubar-se de si mesmo? E em que sentido?

Não pude deixar de pensar numa época em que (todo mundo já passou por isso) os meus sonhos eram os maiores - e conquistar o mundo não era uma tarefa impossível. Um tempo em que nada nos segurava, tínhamos uma sensação de poder e autoconfiança tão grande que poderíamos falar horas e horas daquele nosso tão sonhado projeto que mais tarde seria engavetado no armário da “realidade”.
A verdade é que não importava se o sonho era grande ou pequeno, era o NOSSO sonho! Era o nosso propósito no mundo. Livres de interferências externas, poderíamos ser quem quiséssemos.
Hoje acordei pensando na frase “quem me roubou de mim” - e quis descobrir quando foi exatamente que me permiti ser seqüestrada para me tornar aquilo que não era eu, mas o que os outros queriam que eu fosse. Pra mim, (embora o autor do livro talvez não se referisse a esse assunto), roubar-se de si mesmo, naquele momento, tinha algo a ver com autenticidade, propósito de vida e realização dos sonhos. Como assim? Quando foi, em que momento perdemos aquele “brilhinho nos olhos” e aquela magia do tudo poder, para ser mais um na multidão? Onde ficaram enterrados aqueles sonhos que satisfaziam a alma, deliciavam o espírito e faziam nosso coração bater a mil por hora?

Em busca de uma falsa maturidade, fomos nos deixando ser roubados pelas opiniões dos outros, os conceitos alheios, as críticas, a vida, enfim... Vamos nos roubando pedacinho por pedacinho e deixando o nosso eu escapar das nossas mãos. Para nos proteger de possíveis desilusões, decepções, tristezas, amigos, familiares e pessoas bem-intencionadas vão minando nossos sonhos com frases do tipo “isso é difícil”, “isso é coisa pra rico”, e a gente acredita. E para cada crença dessas que nos limita, a gente vai roubando aquele nosso eu que era tudo de melhor que poderíamos ter; a nossa essência, o que nos move com paixão no mundo. Assim, nos sequestramos de nós mesmos. E o preço da insatisfação é muito caro: Custa-nos uma vida inteira.
Insatisfeito com a profissão? Com a escolha do parceiro? Com a vida que está levando? Pense honestamente em quais sempre foram seus verdadeiros desejos, sonhos e reflita se não vem se seqüestrando na vida e vivendo pela metade por acreditar, talvez, que este seja seu "destino".
Já dizia o poeta "Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu."
E nesse sentido, decidi: Eu me proíbo me seqüestrar. Quero uma vida por inteiro.
Sucesso!
Fernanda Peris Silva
fernandaperis@hotmail.com
Professional e Executive Coach
Membro da Sociedade Brasileira de Coach..
Atende no Rio de Janeiro.
